MOSTRA CONTÍNUA DE CURTAS
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o cinema não começa grande, muitas vezes nasce pequeno, num curta
PROGRAMAÇÃO - AGOSTO
SEMANA 1 - 04/08
OS ARCOS DOURADOS DE OLINDA - 24 MIN - DOCUMENTÁRIO / POLÍTICO (DOUGLAS HENRIQUE, PE)
Olinda é palco de uma guerra fria tardia entre a primeira prefeita comunista do Brasil e o primeiro McDonald's. O que fez Olinda ficar conhecida como a primeira cidade DO MUNDO a falir um McDonald's?






CHIQUINHO BRANDÃO: UM SOPRO VITAL - 25 MIN. - DOCUMENTÁRIO (TAÍSA LUCIANO, RJ)
Quem foi Chiquinho Brandão? Entre lembranças de amigos e familiares, o documentário revela a trajetória de um artista que marcou o teatro, o cinema e a televisão brasileiros.
FAÇA UMA POSE - 5 MIN - FOTOFILME / EXPERIMENTAL (ALEK LEAN, RJ )
O que uma fotografia pode esconder? Fotografias de anônimos dão origem a uma investigação sensível sobre memória, invisibilidade e resistência LGBTQ+.
Abrindo a programação de agosto, a mostra celebra o Dia Nacional do Documentário. Com arquivos, depoimentos, fotografias, os filmes da semana revelam histórias e personagens fundamentais para compreender nosso Brasil.
SEMANA 2 - 11/08
CICLOS - 12 MIN - DOCUMENTÁRIO (LUANA JORDÃO, RJ )
Quatro mulheres encontram na corrida uma nova forma de viver a menopausa, transformando desafios em movimento e autonomia.






VÂNIA & VALÉRIA - 21 MIN - DOCUMENTÁRIO (ISABELA ALVES, SP)
Há mais de 30 anos juntas, Vânia e Valéria transformam amor, agroecologia e luta coletiva em uma história inspiradora sobre cuidado e pertencimento.
TEREZA - 9 MIN - DOCUMENTÁRIO / BIOGRÁFICO (BEA SOUZA, RJ)
Quem escreve a história do cinema? Um retrato de Tereza Trautman, diretora do primeiro longa de ficção do cinema moderno brasileiro dirigido por uma mulher, cuja obra foi censurada durante a ditadura.
Em diálogo com a semana do documentário e o cinema de resistência, a segunda semana da mostra reúne histórias de mulheres que atravessam o tempo, a repressão e os padrões sociais reinventando seus próprios corpos, trajetórias e narrativas.
SEMANA 3 - 18/08
WE, BROTHERS - 30 MIN - DRAMA / FILM NOIR (RENATA JONES, RJ)
Nem toda conversa entre mafiosos termina como começou. Chicago, 1942. Um reencontro entre dois antigos parceiros revela que o passado ainda tem contas a acertar. Vencedor de Melhor Direção no Los Angeles Brazilian Film Festival 2025.






7 MINUTOS - 7 MIN - AÇÃO / THRILLER (CAVI BORGES, JULIO PECLY E PAULO SILVA, RJ)
Na favela, dois traficantes decidem se encontrar para promover um acerto de contas.
CÓDIGO BRANCO - 5 MIN - AÇÃO (GUILHERME SCHMIDT, RJ)
Um homem invade uma clínica clandestina em busca da esposa desaparecida. Com sequências de ação e confrontos brutais, ele terá de eliminar seus oponentes um a um para encontrá-la.
Essa terça na vem ver três histórias entre ação frenética, tensão urbana e noir clássico, os filmes exploram personagens encurralados por escolhas extremas, onde lealdade e traição caminham lado a lado.
SEMANA 4 - 25/08
GLOSS BE – REVOLUÇÃO - 18 MIN - DRAMA (EDUARDO SEGURA, SP)
Em um futuro dominado pela tecnologia e pelo consumo, o fundador de uma gigante da inovação prepara o lançamento de sua maior invenção enquanto enfrenta conflitos familiares que nenhuma tecnologia é capaz de resolver.






METAVERSO EM DESENCANTO - 18 MIN - FICÇÃO CIENTÍFICA (DIOGO BRANDÃO, RJ )
Um surfista conhece uma garota misteriosa. Ambos são avatares. O que parecia romance vira suspense noir com Sci-Fi, Giallo e horror psicológico.
JORGE – O EXTRATERRESTRE - 25 MIN - COMÉDIA / FICÇÃO CIENTÍFICA (DIOGO BRANDÃO, RJ)
Um jovem afirma ser de outro planeta e se torna uma celebridade da internet. O filme revisita um caso esquecido dos anos 2000, conectando humanos e humanoides em uma trama cósmica e existencial.
A Vem Ver encerra agosto com três filmes com uma sessão especial dedicada ao universo de ficção e distopia. Três filmes que vão da comédia até o metaverso, histórias que exploram os limites da tecnologia.
Sobre o projeto
O mercado de curtas-metragens brasileiros é rico, diverso e cheio de talento. Mas historicamente ele depende de festivais para existir, e quando o festival acaba, o filme desaparesce.
A VEM VER nasceu para mudar essa lógica. Nossa missão é criar um ecossistema de distribuição próprio, construído de baixo para cima, por realizadores independentes que acreditam que é possível levar cinema ao público sem depender dos grandes distribuidores ou dos grandes recursos.
Ocupar espaços. Construir público. Gerar retorno financeiro sobre as histórias que queremos contar.
Não há nada de errado em querer que o cinema independente brasileiro seja também sustentável.
Juntos, pequenos realizadores formam uma rede potente. Uma rede que tem acesso ao que mais importa: O PÚBLICO.
E é esse público, semana após semana, que transforma a VEM VER numa força real de distribuição e visibilidade para o curta-metragem brasileiro.
Sozinhos somos curtas. Juntos somos grandes.
Nossa missão
A VEM VER é uma mostra popular que coloca o público no centro da experiência.
Em sessões de julho a dezembro, a mostra apresenta filmes que vão da comédia à ficção científica e diferentes histórias e estilos, impulsionando o mercado de curtas e valorizando novas formas de contar histórias o Brasil
Contato
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Como chegar?
Nossa mostra atualmente contece no Espaço Cultural CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL, no coração da CINELÂNDIA, centro do Rio de Janeiro.
Fácil de chegar, ao lado da Estação CINELÂNDIA, do metrô RJ.
Endereço: AV. RIO BRANCO, 241, CENTRO, RIO DE JANEIRO, RJ 200240-009
TERÇAS ÀS 19H
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